PAI PAULO DE OGUN

É especialista em amarrações amorosas, certezas do passado, verdades do presente, segurança para o futuro, domínio no equilíbrio espiritual e vidência com os mistérios da vida através dos orixás, PAI PAULO DE OGUN atende de segunda a sábado e se você precisa de uma orientação espiritual  ligue agora.

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CULTURA DOS ORIXÁS:

A palavra Orixá quer dizer “Coroa Iluminada”; “Espírito de Luz”. O princípio mais evoluído existente em nosso sistema, manifestado através das forças da natureza.

As cerimônias são realizadas a partir do culto dos orixás, presentes hoje no Recife, Salvador e Porto Alegre.

Entidades da religião dos orixás: Olorum, Orixalá, Orumilá (Ifá), Xangô, Ossain, Xapanã (Omulu/Obaluaê),Ogum, Oxossi, Oxum, Iemanjá, Iansã, Oxumaré, Oroco, Ibêji, Exú.

DONO DA FORÇA: Para os afro-brasileiros, não existe o diabo como na religião cristã. Exú não é o diabo. Ele representa o movimento entre a morte e a vida. É o mensageiro entre os orixás e os homens. Ele foi a primeira forma criada no mundo por Olorum, deus supremo.

 

Os orixás

A religião dos orixás foi trazidas para o Brasil pelos Iorubás, aqui chamados Nags, chegados a partir do século XIX, na década iniciada em 1810. O país dos Iorubás é hoje a Nigéria, na África ocidental. Nesse país vivem também Hauçás, Ibos e vários outros grupos étnicos. No Brasil os orixas são cultuados nos candomblés da Bahia, no Xangô do Recife, em grandes centros como os estado de Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo. Ou seja, no país todo.
No Rio Grande do Sul a manifestação recebe o nome de batuque ou nação(casa-de-nação). É nesta expressão sul-rio-grandense da religião dos orixás que se baseiam os trabalhos do artista negro Pedro Homero.
Na umbanda, os orixás do candomblé são cultuadas. Os guias, entidades espirituais, se apresentam na forma de espírito indígena, pretos velhos ou pomba-gira que dão conselhos e passes. Surgida no Rio de Janeiro na década de 1920 é uma mistura de elementos religiosos afro-brasileiros e do espiritismo - um sincretismo religioso.
Ogum é o orixá da guerra, do ferro e das artes marciais. Considerado violento, representa na dança esta caracteristica. "Em Porto Alegre no dia 23 de abril, que lhe é consagrado, a imagem do santo sai em procissão da Igreja São Jorge, no bairro Partenon, acontecimento concorridíssimo, pelos filhos do orixá. Ali, em resposta a saudação como viva São Jorge! Ouvem-se agú-nhê! A da divindade no Batuque.

 

 

Candomblé

Os adeptos do candomblé acreditam que cada pessoa possui seu orixá e com ele se identificam. Os deuses possuem as mesmas paixões e comportamentos bons e maus dos seres humanos. Seus seguidores fazem oferendas de comidas ou sacrificam animais em honra dos seus orixás para receber sua proteção na vida terrena.
Para descobrir o orixá, o pai-de-santo usa o Ifá ( jogo de búzios com conchas usadas como oráculos). Ele também orienta a solução dos problemas. Na África existem mais de 200 orixás, mas no Brasil eles foram reduzidos a 16 dos guias, 12 são os mais cultuados.

Rezas

No batuque rezamos através de músicas chamadas Éris do Orixás. O Éris são cantados em Yorubá (dialeto africano) ao som do batuque do tambor, para marcar o ritmo.

Oráculos

Objetivo principal: avaliar o campo espiritual através das influências presentes no momento.

Búzios

Origem: africana

Número de búzios: 01 a 16

Objetivo principal: ser o elo de ligação entre o meio material e o espiritual.

CANDOMBLÉ:

Os doze orixás mais cultuados no Brasil.

 

 

EXU:

Mensageiro entre homens e deuses. Só através dele é possível invocar os orixás.

ELEMENTO: fogo.

PERSONALIDADE: atrevido e agressivo.

SÍMBOLO: ogó ( um bastão adornado com cabaças e búzios).

DIA DA SEMANA: segunda-feira.

COLAR: vermelho e preto.

ROUPA:vermelho e preto.

SACRIFÍCIO: bode e galo preto.

OFERENDA: farofa com dendê, feijão, inhame, água, mel e aguardente.

                                                                                                                                         

 

 

OXÓSSI:

Deus da caça.

ELEMENTO: florestas.

PERSONALIDADE: intuitivo e emotivo.

SÍMBOLO: rabo de cavalo e chifre de boi.

DIA DA SEMANA: quinta-feira.

COLAR: azul claro.

ROUPA: azul ou verde claro.

SACRIFÍCIO: galo e bode avermelhado e porco.

OFERENDA: milho branco e amarelo, peixe de escamas, arroz, feijão abóbora.

 

OBALUAIÊ:

Deus da peste, das doenças de pele e atualmente da AIDS.

ELEMENTO: terra.

PERSONALIDADE: tímido e vingativo.

SÍMBOLO: xaxará (feixe de palha e búzios).

DIA DA SEMANA: segunda-feira.

COLAR: preto e vermelho ou vermelho, branco e preto.

ROUPA: preto e vermelho coberto por palha.

SACRIFÍCIO: galo, pato, bode e porco.

OFERENDAS: pipoca.

 

OXUM:

Deus da água doce, do ouro, da fecundidade, búzios e do amor.

ELEMENTO: Água.

PERSONALIDADE: Materno e tranqüilo.

SÍMBOLO: Abebê(leque espelhado).

DIAS DA SEMANA: Sábado

COLAR: Amarelo ouro

ROUPA: Amarelo ouro

SACRIFÍCIO: Cabra, galinha e pomba.

OFERENDAS: Milho branco, xinxim de galinha, ovos e peixe de água doce.

 

IANSÃ

Deusa dos ventos e das tempestades.

ELEMENTO:Fogo

PERSONALIDADE:Impulsiva e imprevisível.

SÍMBOLO: Espada e rabo de cavalo ( representando a realeza).

DIA DA SEMANA: quarta-feira

COLAR: Vermelho ou marrom escuro.

ROUPA: Vermelho

SACRIFÍCIO: Cabra e galinha

OFERENDA: Milho branco , arroz, feijão e acarajé.

 

OGUM

Deus da guerra , do fogo da tecnologia .

ELEMENTO: Ferro

SÍMBOLO: Espada

PERSONALIDADE: Impaciente e obstinado.

DIA DA SEMANA : Terça- Feira

COLAR: Azul-marinho

ROUPA: Azul, verde escuro, vermelho ou amarelo.

SACRIFÍCIOS: Galo e bode avermelhados

OFERENDAS: Feijoada , ximxim, inhame .

 

OSSAIM

Deus das folhas e ervas medicinais.

ELEMENTO: Matas

PERSONALIDADE: Instável e emotivo

SÍMBOLO: Lança com pássaros na forma de leque e feixe de folhas.

DIA DA SEMANA: Quinta-feira

COLAR: Branco rajado de verde.

ROUPA: Branco e verde claro.

SACRIFÍCIO: Galo e carneiro.

OFERENDAS: Feijão, arroz, milho vermelho e farofa de dendê.

 

NANÃ

Deus da lama do fundo do rios.

ELEMENTO: terra

PERSONALIDADE: Vingativa e mascarada.

SÍMBOLO: Ibiri (cetro de palha e búzios)

DIA DA SEMANA: Sábado

COLAR: Branco, azul e vermelho.

ROUPA: Branca e azul.

SACRIFÍCIO: Cabra e galinha.

OFERENDAS: Milho branco, arroz, feijão, mel e dendê.

 

OXUMARÉ

Deus da chuva e do Arco-íris.

ELEMENTO: água

PERSONALIDADE: Sensível e tranqüilo.

SÍMBOLO: Cobra de metal.

DIA DA SEMANA: Quinta-feira

COLAR: Amarelo e verde.

ROUPA: Azul claro e verde claro.

SACRIFÍCIO: Bode, galo e tatu.

OFERENDAS: Milho branco, acarajé, coco, mel, inhame e feijão com ovos.

 

YEMANJÁ

Deusa dos mares e oceanos.

ELEMENTO: água

PERSONALIDADE: Materna e tranqüila.

SÍMBOLO: Leque e espada.

DIA DA SEMANA: Sábado.

COLAR: Transparente, verde ou azul claro.

ROUPA: Branco ou azul claro.

SACRIFÍCIO: Porco, cabra e galinha.

OFERENDAS: Peixes do mar, arroz, milho, camarão com coco.

 

XANGÔ

Deus do fogo e do trovão.

ELEMENTO: Fogo.

PERSONALIDADE: Atrevido e prepotente.

SÍMBOLO: Machado duplo (oxé).

DIA DA SEMANA: Quarta-feira.

COLAR: Branco e vermelho.

ROUPA: Branco e vermelho, com corôa de latão.

SACRIFÍCIO: Galo, pato, carneiro e cágado.

OFERENDAS: Amalá (quiabo com camarão seco e dendê).

 

 

OXALÁ

Deus da criação. É o orixá que criou os homens.

ELEMENTO: Ar.

PERSONALIDADE: Equilibrado e tolerante.

SÍMBOLO: Oparoxó (cajado de alumínio com adornos).

DIA DA SEMANA: Sexta-feira.

COLAR: Branco.

ROUPA: Branco.

SACRIFÍCIO: Cabra, galinha, pomba, pata e caracol.

OFERENDAS: Arroz, milho branco e massa de inhame.

 

LOGUN-EDÉ

Um Orixá essencialmente Ijexá. Caçador e pescador.

Sendo filho de Oxósse e Oxum, assume características de ambos. É dito que ele vive metade do ano nas matas - domínio do pai, e a outra metade nas águas doces - domínio da mãe. Um dos seus símbolos é o Ofá (arco e flecha), suas cores são azul claro e amarelo, seu dia é quinta-feira.

Sua saudação é LOCI LOCI LOGUN !

OBÁ 

Orixá do rio Níger, terceira mulher de Xangô. Orixá, embora feminina, temida, forte, energética, considerada mais forte que muitos Orixás masculinos. OBÁ Divindade feminina, guerreira que às vezes é também citada como caçadora. Irmã de Óya (Iansã). Esposa de Ogum e, posteriormente, terceira e mais velha mulher de Xangô.

Bastante conhecida pelo fato de ter seguido um conselho de Oxum e decepado a própria orelha para preparar um ensopado para o marido na esperança de que isto iria fazê-lo mais apaixonado por ela. Quando manifestada, esconde o defeito com a mão. Seus símbolos são uma espada (idà) e um arco e flecha (ofá). Sua saudação é OBA XÍ ou ÖBA XIRE.

O ARQUÉTIPO DE OBÁ

As pessoas pertencentes a este Orixá são lutadoras, bravas, um tanto agressivas, o que as levam a serem pouco incompreendidas. Freqüentemente tendem a terem experiências infelizes e amargas. São ciumentas, pois são muito zelosas com tudo que lhe pertencem.

Porém, pessoas de grande valor e dedicação. Tendem a alcançar seus ideais. Dedicadas e muitas vezes ingênuas, principalmente em relação ao amor e as amizades.

PRETO VELHO

Quando se fala em preto-velho, estamos falando de uma grande linha, ou seja, uma grande faixa vibratória onde espíritos afins se "encaixam" para cumprirem sua missão.

Esses espíritos foram ex-escravos e negros africanos que não chegaram a ser escravos. Constam também dessa linha espíritos que não foram escravos nem negros africanos, mais que por afinidade escolheram a Umbanda para cumprirem sua missão.
O termo "Velho", "Vovô" e "Vovó" é para sinalizar sua experiência, pois quando pensamos em alguém mais velho, como um vovô ou uma vovó subentendemos que essa pessoa já tenha vivido muito mais tempo. Adquirindo assim mais coisas para contar e passar, principalmente essa mesma pessoa já viveu o suficiente para ter aprendido a ter paciência, compreensão, menos ansiedade para a vida. É baseado nesses fatores que as pessoas mais velhas aconselham.
Suas vestimentas e apetrechos são bem simples, não necessitam de muitos artifícios para trabalhar, necessitam apenas contar com a atenção e a concentração do seu médium durante a consulta. Usam cachimbo, lenços, toalhas e as vezes fumo de rolo e cigarro de palha.
Além disso os Preto-Velhos nos ajudam a enxergar que a prática da caridade, é vital para nossa evolução espiritual.
A linha é um todo, com suas características gerais, ditas acima, mais como cada médium possui uma coroa diferente, isso determina as diferenças entre os Preto-Velhos.

IBEJI

Existia num reino dois pequenos príncipes gêmeos que traziam sorte a todos. Os problemas mais difíceis eram resolvidos por eles; em troca, pediam doces balas e brinquedos. Esses meninos faziam muitas traquinagens e, um dia, brincando próximos a uma cachoeira, um deles caiu no rio e morreu afogado.
Todos do reino ficaram muito tristes pela morte do príncipe. O gêmeo que sobreviveu não tinha mais vontade de comer e vivia chorando de saudades do seu irmão, pedia sempre a orumilá que o levasse para perto do irmão.
Sensibilizado pelo pedido, orumilá resolveu levá-lo para se encontrar com o irmão no céu, deixando na terra duas imagens de barro. Desde então, todos que precisam de ajuda deixam oferendas aos pés dessas imagens para ter seus pedidos atendidos.Iansã e Xangô tiveram dois filhos gêmeos. Só que, quando eles ainda eram pequenos, houve uma epidemia que matou muitas crianças do povo, e um dos gêmeos morreu.
Os pais ficaram desesperados e Iansã, como é amiga dos Eguns, resolveu pedir sua ajuda. Esculpiu um boneco de madeira igual ao filho que havia morrido, vestiu-o e enfeitou-o como se fosse para uma festa e colocou-o no lugar de honra da casa.
Todos os dias ela colocava uma oferenda aos pés da imagem e conversava com ela como se fosse seu filho vivo. Comovidos com seu amor pela criança, os Orixás fizeram a estátua viver e Iansã voltou a ter seus dois filhos.

Na mitologia, há menção de 600 orixás primários, divididos em duas classes, os 400 dos Irun Imole e os 200 Igbá Imole, sendo os primeiros do Orun ("céu") e os segundos da Aiye ("Terra").

Estão divididos em orixás da classe dos Irun Imole, e dos Ebora da classe dos Igbá Imole, e destes surgem os orixás Funfun (brancos, que vestem branco, como Oxalá e Orunmilá), e os orixás Dudu (pretos, que vestem outras cores, como Obaluayê e Xangô).